O que eu faço
Três formas de entrar, e a mesma exigência nas três: chegar ao número antes de opinar, e ficar até o achado virar decisão executada.
Escopo, prazo e métrica se definem na conversa. Não há projeto igual a outro.
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Conselho e advisory
Ocupo assento como conselheiro de administração, conselheiro consultivo ou observador, conforme o que a companhia precisa e o que a governança dela comporta. Atuo também como advisor de acionista, fundo ou família na diligência operacional da tese — operação, governança e plano de criação de valor — e dentro da companhia investida. Levo ao conselho a escuta ativa e a pergunta que ainda não foi feita. Ajudo a capturar os resultados com o time, e acompanho a agenda de recuperação ou de criação de valor até o plano estar executado e medido.
Para quem Famílias empresárias, private equity, venture capital, family offices, companhias fechadas e abertas.
Como começa Por uma conversa de diagnóstico: o que está em cima da mesa, quem decide e em que prazo. Dela saem o escopo, a cadência e a métrica do mandato.
Da trajetória Entrei no conselho da Delfin pela governança entre a família fundadora e o investidor institucional; quatro meses depois, os acionistas me pediram a gestão.
Restrição Assento limitado por conflito de interesse: não aceito cadeira em companhia cujo concorrente já esteja sob mandato meu.
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Turnaround e situações de estresse
Entro em companhia com caixa, margem ou governança sob pressão. Começa por diagnóstico com número — onde o caixa se perde, qual contrato drena margem, que decisão foi tomada e não foi executada — e segue por um plano com responsável, prazo e métrica. Conduzo a reestruturação operacional, a renegociação com credores ao lado do acionista e, quando é esse o desfecho, a preparação da companhia para uma transação. Fico até o plano estar executado e medido no relatório gerencial.
Para quem Acionistas, credores, conselhos de administração e fundos de special situations.
Como começa Por uma conversa de diagnóstico, sob confidencialidade, seguida de um plano com prioridades e métrica acordadas antes de qualquer execução.
Da trajetória Na PROL, holding familiar com 20 mil colaboradores, o turnaround levou a margem de um para dois dígitos em dois anos.
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Gestão interina com mandato (operating partner)
Assumo a posição de CEO ou COO interino, ou de operating partner, com escopo, prazo e métrica acordados por escrito antes de começar. Executo com o time que já está na casa: contrato quem falta, desenvolvo quem fica e deixo a rotina de gestão instalada. A saída é planejada desde o primeiro dia, com sucessor definido. Não é dedicação de meio período à distância, e não é ocupar cadeira permanente em nome de quem contratou.
Para quem Fundos e famílias empresárias que já decidiram o quê e precisam de quem.
Como começa Por uma conversa de diagnóstico e pela definição do mandato: escopo, prazo, métrica, alçada e acesso ao time. Sem mandato formal, o desenho fracassa.
Da trajetória Na ViV, plataforma de saúde mental investida por private equity, conduzi quatro aquisições do due diligence à integração, incluindo a relação com os ex-sócios.
Primeira conversa
Uma conversa. Escopo, prazo e métrica se definem nela — e não há tabela porque não há projeto igual.
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